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Nenhum projeto é tão grande ou tão pequeno!

A Concreserv fornece hoje o melhor concreto usinado do Brasil, isso é resultado de muito trabalho, pesquisas e investimento, estamos presentes nas maiores obras do país, contamos com uma frota própria de mai de 400 betoneiras e betonbombas, além de modernos laboratórios e usinas distribuídas em nossas 22 filiais estrategicamente posicionadas pelo território nacional, Mas não atendemos apenas às obras grandes, temos capacidade de fornecer concreto usinado para obras de todos os tamanhos, se você precisa de concreto para a sua obra não deixe de fazer seu orçamento

com a Concreserv, além da nossa entrega rápida você vai se surpreender com nossos preços extremamente competitivos! Qualidade e preço justo são compromissos presentes em nossa empresa.

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filiais pelo BraSil

Aqui tem Concreserv!

Projetos incríveis!

A Concreserv tem trabalhado constantemente para sempre aprimorar em todos os setores de nossa empresa e acompanhando a demanda e tecnologia do mercado, procuramos atender a todos os clientes com qualidade, segurança e responsabilidade.

Capitais e regiões metropolitanas

(11) 4020-0100

Você conhece a história do concreto?

A história do concreto na humanidade se confunde muitas vezes, com a história do cimento, afinal ambos se tornaram literalmente a base de nossa sociedade como a conhecemos hoje. 

Faça um orçamento conosco para ter o melhor concreto desta era!. 

12.000 a.C. – Israel

Reações entre calcário e argila xistosa durante combustão espontânea formaram um depósito natural de compósitos de cimento. Estes depósitos foram caracterizados por geólogos israelenses na década de 70. Este é o cimento natural, o primeiro cimento que os homens primeiro utilizaram.

8.000 a 4.000 a.C. – Europa

É somente no final do neolítico e início da idade do bronze que surgem as primeiras construções de pedra, principalmente entre os povos do Mediterrâneo e os da costa atlântica. No entanto, como esses monumentos colossais tinham a função de templo ou de câmaras mortuárias, não se tratando de moradias, seu advento não melhorou as condições de habitação.

300 a.C. a 476 d.C – Império Romano

O concreto foi usado na construção dos muros de uma cidade romana no século IV a.C. situada a 64 km de Roma e no século II a.C. este novo material começou a ser usado em edificações em Roma. A pozolana de Pozzuoli, Itália, localidade próxima ao Monte Vesúvio foi utilizada em argamassas utilizadas para construir a Via Ápia, os banhos romanos, o Coliseu e o Pantheon em Roma e aquedutos, como Pont du Gard no sul da França. Os romanos usaram a cal como material cimentíceo. Plínio relata uma argamassa com proporção 1:4 de cal e areia. Vitruvius reporta uma argamassa com proporção 1:2 de cal e pozolana.

Gordura animal, leite e sangue foram usados como aditivos para incorporar ar à mistura.

Idade Média - século V a XV

Arquitetos medievais utilizaram pedras na maioria de suas construções. Para a fundação, construtores góticos usualmente preenchiam uma vala com pedregulhos e os compactavam para servir de base para a alvenaria, mas em alguns edifícios mais importantes, uma fundação melhor era feita com um resistente concreto constituído por pedregulhos e argamassa de cal. Muros inteiros eram feitos com pedras assentadas com argamassa, mas freqüentemente as faces exteriores eram cuidadosamente confeccionadas com pedras de cantaria, utilizando argamassa e pedregulhos para preencher o interior do muro, similarmente como os romanos faziam.
A Idade Média não trouxe inovações expressivas no emprego de argamassas e concretos. Pelo contrário, a qualidade dos materiais cimentíceos em geral decai, perdendo-se o uso da cal pozolânica (adição). Há evidências de que no vale do Rio Reno, tarras, uma rocha vulcânica era adicionada à mistura. Pó de tijolos de barro também foram utilizados para aumentar a resistência das argamassas. Inovações expressivas só começam a ocorrer no século XVIII no tocante ao uso de cimentos e argamassas.

1755 - John Smeaton, Inglaterra

O Farol de Eddystone se situava em Cornwall, 9km ao sudoeste do Porto de Plymouth, um dos portos ingleses mais movimentados da época.
Após a terceira versão do farol ter sido queimada numa noite de dezembro de 1755, John Smeaton foi escolhido para dirigir sua reconstrução. Sob a maré alta, a rocha aonde o Farol de Eddystone deveria ser reconstruído era coberta pelo mar, o que constituía um ambiente bastante agressivo. Ciente deste fato, Smeaton sabia que a escolha da argamassa a ser utilizada seria decisiva para o sucesso da
construção e para a durabilidade do farol. Por isso, ele empreendeu uma série de experimentos de modo a obter uma cal que possuísse propriedades hidráulicas (endurecesse e resistisse sob a água) e
que também fosse econômica.

Em suas experiências Smeaton descobriu que o cimento hidráulico dependia de uma considerável quantidade de argila existente na rocha calcária (e que portanto era queimada junto com a cal), embora argila adicionada posteriormente à cal não resultasse em qualidades hidráulicas. Sem conhecimento algum da complexa química dos cimentos, Smeaton havia determinado as características fundamentais do cimento hidráulico natural a partir de um dos primeiros estudos exaustivos de um material de construção. O tempo mostrou que as investigações de Smeaton resultaram em um aglomerante de excelente qualidade, pois sua versão do farol durou mais de um século.

1850 a 1900 - Alemanha

Na segunda metade do século XIX, a Alemanha foi o principal centro de desenvolvimento de métodos e testes para o cimento.
A melhoria da qualidade do cimento decorreu principalmente a avanços no projeto dos fornos que aumentaram a uniformidade do clínquer e da introdução em 1871 de análises químicas sistemáticas de toda matéria-prima utilizada. Uma maior proporção de calcário e fornos capazes de suportar temperaturas mais altas
resultaram num clínquer mais duro. Em 1875 foi reconhecido que os maiores grãos do clínquer moído faziam pouco pela resistência do cimento e em dois anos somente 3 a 4% das partículas do cimento alemão eram retidas na peneira no 6000 (6000 furos por polegada quadrada). Todas estas melhorias técnicas foram assistidas pelo governo alemão, seus laboratórios e instalações das Universidades Técnicas.

Século XX - Concreto Usinado

1900 a 1910

Análises básicas do cimento são normalizadas.

Anos 20 – Introdução do Concreto Pré-Misturado

A qualidade da mistura do concreto passa a ser muito melhor controlada após a introdução do concreto preparado em usina.

1930Agentes incorporadores de ar são introduzidos para aumentar a resistência do concreto aos danos devidos ao efeito congelamento / descongelamento .

Década de 70

Introdução do concreto reforçado com fibras e de concretos de alta resistência.

Década de 80

Superplastificantes são introduzidos nas misturas.

Século XXI - Nasce a Concreserv

No início do século XXI foi fundada a Concreserv, buscando produzir sempre o melhor concreto usinado do Brasil.

Uma empresa de concreto completa e inovadora que investe em equipamentos com alta tecnologia, veículos especiais para o transporte e aplicação do concreto e uma equipe de profissionais altamente qualificada no atendimento ao cliente – seja na área técnica, operacional ou comercial.

Toda essa estrutura garante a capacidade de produção anual de 2 milhões de metros cúbicos do melhor concreto usinado, que atende a todos os segmentos da construção civil.

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